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Fotos por: Hemang S.Quem vai de bicicleta ganha 25% de desconto nos produtos da Birdbath Green Bakery. É isso aí! A padaria verde da cidade, tem lá os seus funcionários com seus uniformes de cânhamo, que vedem produtos ecologicamente correto. Para início de conversa a energia é eólica, o piso é todo de madeira de demolição, o leite sempre vem de uma fazenda que fica logo ao norte de Manhattan. Mas tudo isso é só o começo. Os pães, cookies, muffins e brownies, são produzidos apenas com ingredientes orgânicos: farinhas integrais,açúcar, manteiga, chocolate, aveia, uva passa, noz. Toda a produção é artesanal e local. . E os alimentos que lá servem de base não só para os quitutes, como para utensílios. Os copos são à base de milho, portanto, biodegradáveis. As embalagens são de papel e as prateleiras e bancadas 100% de papelão reciclado e prensado. A pintura interna e externa é não tóxica, e as entregas são sempre feitas em bicicletas. Serviço: 7th Ave. South at Charles St., West Village e 223 i st Ave., East Village.

No início da decada de oitenta comecei a fazer produtos integrais como: biscoitões de aveia com passas e castanhas, tortas de banana e maçã, pães 100% integrais usando especiarias e pequenos bolos com frutas da estação. Hoje faço questão de usar apenas ingredientes 100% orgânicos para fabricação dos produtos artesanais. 

Casa Cheia, um lugar especial dentro do mercado central.
Peixe Assado na Palha da Banana, foi um dos quitutes que a Chef baiana Dadá, ofereceu no festin do Santorini Gourmet. Alem desse prato, foram servidos: Xinxim de Galinha, Caruru, Vatapá e a deliciosa Moqueca de Siri Catado. De entrada ela teve o cuidado de soltar o caldo de Sururu, Bolinho de Frutos do Mar, Abará e Acarajé. De sobremesa não podia faltar o Negão da Dadá, um deliciso bolo de cacau.
Numa atmosfera de tranquilidade e liberdade, Piacatuba será palco de mais uma edição do festival de gastronomia e cultura. Um lugar desenhado pela natureza exuberante, com suas ruas de pedras e casarios coloniais. Q Nem Rosa Focacceria, entra nessa atmosfera, cujo cardápio enxuto ultrapassa os limites do prazer!



Respondendo a um texto de Nina Horta — “Tiradentes e gafanhotos” — Luiz Henrique Horta publica uma carta, em novembro de 2003, oportuna no seu entusiasmo sincero, para dizer do arrebatamento de “um jovem padeiro, animadíssimo, falando com lágrimas nos olhos, de Poilane, sobre levedura, sobre esta profissão mais bonita que existe”. Prossegue: “Cheio de idéias, querendo fazer uma escola para reciclar os padeiros da região, dando pães novos para as pessoas da cidade conhecerem, numa missão civilizatória, mais do que um negócio”.Marcos Carneiro é o jovem padeiro. E é tão arcaico o seu gosto pelo pão, que ele não sabe dizer quando este nobre alimento lhe interceptou o caminho. Mas foi cedo. Autodidata, portanto, fazendo pão em Ubá, ainda adolescente, era herdeiro, sem sabêlo, da corriqueira formação francesa destes profissionais: a tradição da boulangerie, forjando na cozinha de casa, o gosto pelo pão. Ao talento e vocação, Carneiro agregou formação, aperfeiçoamento e trabalho. Freqüentou a Escola de Gastronomia de Campos do Jordão e cursos de boulangerie e pâtisserie com Giacalone Regis em São Paulo.Inicia-se profissionalmente, com a padaria Amigos do Trigo, em Laranjeiras, RJ. Trabalha, anos mais tarde, com Olivier Anquier, em SP. Em Tiradentes, MG, cria a "Oficina do Trigo escola de fazer pão," como consultor, presta serviços para Padaria Bonomme e Ah! Bon, em Belo Horizonte, MG. É o boulanger convidado pelo COB (Comitê Olímpico Brasileiro) para montar a “O Café Casa Brasil”, em Atenas, nos Jogos Olímpicos de 2004. Trabalha no Carême Bistrô de Flavia Quaresma, no RJ. É responsável pelos pães do Festival Internacional de Cultura e Gastronomia de Tiradentes, nas suas sete edições e na primeira de Búzios,RJ. Atualmente, residindo no RJ, atua como consultor para restaurantes, criando harmonizações entre pães, pratos e bebidas. Sabe que o pão pode congregar pessoas desde a sua feitura, até o momento em que o compartilhamos a mesa. No projeto "Escola de Fazer Pão," Marcos pretende fazer a semeadura do trigo: plantar junto, colher junto, celebrar junto. Clarice Lispector escreveu assim: pao é amor entre estranhos”. Olhando o percurso do padeiro e, vendo o fascimo de quem prova dos seus pães, de pronto a gente entende a Clance.
Cássia Marins.

Bom apetite!


Revela também como metáfora da organização social. Mas nos dias de hoje especialmente, da nossa relação com o planeta num todo.
Outro dia recebi o convite de Robson Jusntino, para participar do evento que será realizado em Belo Horizonte no mes de agosto de 2009 com a chef Dadá da Bahia. Relendo a revista Fest gourmet do evento anterior. O nosso amigo e jornalista da revista, Homero vianna , relata num texto maravilhoso qual a medida que transfoma o apetite saudável em gula?
Vale aqui repassar alguns trechos de seu relato.
Através dos trabalhos e pesquisas de dados do Slow Food para a Biodiversidade, 75% da diversidade alimentar da Europa desapareceu desde 1900. No mesmo período, 33% da espécie de gado também desapareceu e 30.000 espécies de vegetais comestíveis foram extintos nesse período.



