2011-11-23
Cacho de Uva
2011-10-21
Não basta ser Natural, tem que ser Orgânico
Com o simples princípio de não retirar da terra mais do que se pode devolver à ela, o manejo de forma equilibrada do solo e dos demais recursos naturais, obtemos alimentos mais sadios, isentos de pesticidas, agroquímicos e transgênicos.
2011-04-08
O moleiro comedor de cookies

2011-03-31
Oficina...

A mirella...
2009-11-26
Por Eduardo Tristão Girão
- sábado, 17 de outubro de 2009
A focaccia do padeiro
Outro dia comi uma boa focaccia e me lembrei de que havia conseguido uma receita desse pão com o padeiro Marcos Carneiro quando o encontrei na edição deste ano do Festival de Gastronomia de Tiradentes. Foi numa das edições anteriores do evento que o conheci. De lá para cá, soube que ele havia se mudado para o Rio de Janeiro. Perdi seu rastro e o reencontrei lá em Tiradentes. Ele está morando em Ubá e agora tem um blog, o Caderno do padeiro.
Ele faz todo tipo de pão e tem como uma de suas especialidades as receitas para celíacos - pessoas que não podem ingerir glúten. Mas foi uma tradicional receita de focaccia que ele me passou. O padeiro avisa que o procedimento de jogar água no fundo do forno (para criar vapor) pode entortar o metal, mas que ele pode ser trazido a sua forma original sem maiores transtornos depois. Penso que é mais prático colocar uma fôrma de alumínio vazia na parte de baixo do forno e jogar sobre ela a água. Alguém sabe dizer se dá certo assim?Anote aí:Ingredientes: . 2kg de farinha de trigo especial .1l de água .100g de manteiga . 4 ovos .35g de fermento biológico .55g de açúcar refinado .55g sal marinho .3 ramos de alecrim .25g de sal grosso .30ml de leite .50ml de azeite extravirgem. Modo de preparo: Dissolva o fermento na água e acrescente metade da farinha. Deixe descansar em temperatura ambiente, num recipiente coberto com um pano. Junte os ovos e a manteiga e misture bem. Tempere com o açúcar, o sal marinho e o alecrim (reserve um pouco para a finalização). Dê o ponto da massa com o restante da farinha, até ficar homogênea. Abra a massa com as mãos e deixe descansar. Coloque-a numa assadeira e faça a cobertura com o azeite, o restante do alecrim, o sal grosso e o leite. Imediatamente antes de colocar a assadeira no forno médio preaquecido, jogue 30ml de água no fundo do forno para criar vapor. Feito isso, coloque a assadeira no forno e feche imediatamente. Deixe assar por 20 a 30 minutos.
Postado por Eduardo Tristão Girão às 09:20
2009-11-24
Harmonizando pratos, pães e vinhos
Estão chegando as festas de fim de ano, e é sempre gostoso apreciar uma boa comida harmizada com os rótulos, os pratos e os pães artesanais servidos na noite do Natal.
Algumas regras podem ajudar a fazer a combinação certa. É preciso valorizar tanto a bebida quanto o pão, sem deixar que um sobressaia em relação ao outro. Pães pesados e aromatizado com especiarias pedem vinhos encorpados, assim como os pães mais neutros devem ser acompanhados de vinhos leves.
Associar vinhos e pães de uma mesma região também pode facilitar a escolha. Outras dicas, menos evidentes, ajudam a evitar combinações inadequadas. O vinho nunca deve ser menos doce que a sobremesa, para que não tenha um gosto fraco e azedo, os pães mais picantes pedem vinhos com acidez mais presente.
Durante um jantar com vários pratos, pães e vinhos, deve-se começar pelos brancos. Depois, vêm os tintos mais leves e só então os tintos encorpados. Vinhos secos também devem vir antes das refeições.
Taí uma boa sugestão para suas festas de fim de ano!
- Pão de centeio; insubstituível com frutos do mar ( peixes e crustáceos. )
- Pão de castanha; ótimo com queijo, carne de caça e foie gras.
- Ciabatta com mix de azeitonas pretas e verdes, harmoniza bem com saladas, mussarela de bufala ou simplesmente como aperetivo regada de um bom óleo de oliva.
- Ciabatta tradicional é perfeita para um lombo assado.
- Pão de nozes fica perfeito com saladas e queijos.
- Pão de avelãs; simplesmente divino com um bom salaminho italiano.
- Pão de cereais; é bom com linquiças, salsichas e embutidos em geral, principalmente com patês de foie gras.
- Rabanada; simplismente divina com o bom sorvete de baunilha regada com azeite composto de ervas.
- Panetones de chocolate; ótimos com um bom café expresso
- Panetones com frutas cristalizadas; perfeitos no café da manhã
- Pão de damascos com bacon, fica bem com vinhos mais frescos.
2009-09-29
2009-09-24
GREEN BAKERY
.jpg)
Fotos por: Hemang S.Quem vai de bicicleta ganha 25% de desconto nos produtos da Birdbath Green Bakery. É isso aí! A padaria verde da cidade, tem lá os seus funcionários com seus uniformes de cânhamo, que vedem produtos ecologicamente correto. Para início de conversa a energia é eólica, o piso é todo de madeira de demolição, o leite sempre vem de uma fazenda que fica logo ao norte de Manhattan. Mas tudo isso é só o começo. Os pães, cookies, muffins e brownies, são produzidos apenas com ingredientes orgânicos: farinhas integrais,açúcar, manteiga, chocolate, aveia, uva passa, noz. Toda a produção é artesanal e local. . E os alimentos que lá servem de base não só para os quitutes, como para utensílios. Os copos são à base de milho, portanto, biodegradáveis. As embalagens são de papel e as prateleiras e bancadas 100% de papelão reciclado e prensado. A pintura interna e externa é não tóxica, e as entregas são sempre feitas em bicicletas. Serviço: 7th Ave. South at Charles St., West Village e 223 i st Ave., East Village.
2009-09-18
O PADEIRO

A padaria foi aberta em 1932 e, como não fechou durante a ocupação alemã de Paris, depois da guerra seu pai foi acusado de ser colaboracionista.
Mas Lionel Poilâne é hoje visto como quem resgatou o pão do seu lento declínio como ocorria na França, e, nesse exato sentido, é verdadeiramente um herói da resistência. Além disso, recuperou 38 dos 80 pães regionais franceses, que caiam em esquecimento.
Dizia ter vocação para piloto, não para padeiro. E morreu em 2002 pilotando seu helicóptero, em direção à sua ilha particular, na baia de Cancale, na Bretanha. O que nos ficou foi sua habilidade com as massas, não com as máquinas de voar.
Apesar de haver inventado um pão de dois quilos que leva seu nome, considerado o melhor pão do mundo, suas receitas de pão praticamente inexistem. Ele fazia o pão “a olho”, misturando água, farinha e fermento, acompanhando o desenvolvimento da massa cheirando e apalpando. Preferia o fermento espontâneo, feito domesticamente, que garantia uma fermentação mais lenta, dando ao produto um aroma frutado e ácido impossível de se conseguir de outra maneira.
Sua farinha predileta era a cinza, próxima da atual “integral”, obtida por peneira específica para farinha. Dizia que o pão branco tornara-se um ícone depois da guerra, por oposição aos pães de farinha grosseira que predominaram no período. A farinha branca virou um sinal de status burguês, ao passo que a farinha integral passou a ser vista como ingrediente dos pães de pobres.
Poilâne não entendia porque o pão não recebia um tratamento gastronômico como o vinho. Bastava observar a bibliografia sobre ambos. Mesmo assim, conseguiu reunir mais de 2.000 volumes sobre pão, na biblioteca de sua ilha privada. Em 1981, escreveu o Guide de l'amateur de pain – obra fundamental que, infelizmente, os editores brasileiros ainda não descobriram.
O livrinho destrói muitos dos nossos mitos sobre o pão. Por exemplo, ele não acreditava ser possível fazer um bom pão em escala doméstica, mesmo utilizando fermento artesanal (endógeno). Para ele, a escala mínima para se fazer o bom pão é de sete a dez quilos. Claro, se pode fazer para a semana toda e congelar!, recomendava numa solução de compromisso.
Muito interessante sua reflexão sobre o sanduíche. “Se aceitamos a definição de que uma refeição é a alimentação que inclui o pão, o sanduíche é a refeição onde o pão inclui a alimentação. Entre a refeição e a anti-refeição existe uma espécie de compromisso: a pizza”.
Poilâne é a dignidade do pão que resiste à vida plana a que a industria da panificação o relegou.
2009-09-16
ARTESANAIS, INTEGRAIS E ORGÂNICOS
No início da decada de oitenta comecei a fazer produtos integrais como: biscoitões de aveia com passas e castanhas, tortas de banana e maçã, pães 100% integrais usando especiarias e pequenos bolos com frutas da estação. Hoje faço questão de usar apenas ingredientes 100% orgânicos para fabricação dos produtos artesanais. 
2009-08-26
Festival Internacional de Cultura Gastronomia de Tiradentes, 2009
2009-08-25
Um lugar especial

Casa Cheia, um lugar especial dentro do mercado central. Na palha da banana
Peixe Assado na Palha da Banana, foi um dos quitutes que a Chef baiana Dadá, ofereceu no festin do Santorini Gourmet. Alem desse prato, foram servidos: Xinxim de Galinha, Caruru, Vatapá e a deliciosa Moqueca de Siri Catado. De entrada ela teve o cuidado de soltar o caldo de Sururu, Bolinho de Frutos do Mar, Abará e Acarajé. De sobremesa não podia faltar o Negão da Dadá, um deliciso bolo de cacau.
2009-08-06
Experimente; é irresistível
2009-07-23
Q NEM ROSA
Numa atmosfera de tranquilidade e liberdade, Piacatuba será palco de mais uma edição do festival de gastronomia e cultura. Um lugar desenhado pela natureza exuberante, com suas ruas de pedras e casarios coloniais. Q Nem Rosa Focacceria, entra nessa atmosfera, cujo cardápio enxuto ultrapassa os limites do prazer!2009-06-19
A ELEGANCIA DE PIACATUBA
Charmosa e hospitaleira, a vila oferece o silêncio e
a calmaria das montanhas de minas, com passeios agradaveis e uma culinária típicamente mineira.
No final de julho, entre 29 a 02 de agosto, Piacatuba vai oferecer um saboroso festival de cultura e gastronomia, que já está em sua 4ª edição.
























